http://auricultura.tumblr.com/ | http://fruido.pravida.org | http://filosonias.pravida.org | http://kcah.hotglue.me | http://twitter.com/filosoniaMudamos de endereço. We've changed. Filosonias, fruidos, auricultura...
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Open up your connectivities sources the same way the prostitutes open their smiles when we massage them, share your links with the unsattelites for the best dishes are eaten together. Our only fidelity is to questioning. Intuitive precision haunting high and low, a transfi of the nervous systematics. We shall break the gaps between teleology and telepathy throughout the telematic. We want bluetooth red light districts. We do not want avatarized virtual sex, but enbodied ritual sex itself. Everything communicates to our pours, we throw a bone in the unknown aer and it speaks to us as the zone moves in the stalker. And opened to our own subtlety, we shall be a laugh feeld of netidleness and netflirtings.Idéias Perigosas
Radiodance Opus.1:"Y do B?"

Polifonia Desgraçada {para treze vozes}

A Corda Quetzacoatl
Uma instalação interventiva para uma poética-ecológica menor.
PARA a Transformação do espaço
& preparação do INDIVÍDUO COMO corpo público
Uma passagem. É a passagem quem (em(caminha... Na passagem, todos caminham Pode ser por um túnel, por uma caverna, um esôfago, uma traquéia cada qual um caminho, cada um uma passagem,ninguém escapa Todos por seus caminhos. Obscuridão, transpassagem só revelada ao vê-la oculta –
A imersão do público num espaço de transição psico-física, da esfera cotidiana para o rito do espetáculo, da heteronomia das referências objetais para iniciar um “processo” de captação/atenção. A criação de um programa-e-squizo (as geografias de passagem, as medidas infinitas dos tópos, o bicho-geográfico, atingir o nervo rizomático) – meditação para a contemplação ativa, impermanência
nós, o público, entramos no teatro.
“Sem ligação alguma, enquanto multidão outra vez”
DESCRIÇÃO TÉCNICA DA INSTALAÇÃO & DO PROCESSO DE MONTAGEM
- Quetzalcoatl
:Uma passagem no saguão de entrada do anfiteatro do Sesc Pompéia que ocupe sua lateral direita, oposta a entrada dos banheiros, onde se cria um espaço de imersão na escuridão.A da estrutura de passagem será composta por lona, na extensão de XX metros no comprimento do saguão do anfiteatro, coberta por tecidos e pinturas a serem estipuladas e executadas pelos artistas.Plantas em geral (vasos de plantas, artificiais e naturais) dispostas ao longo da . Haverá a mesma disposição destas plantas no interior da passagem.O chão é composto por materiais escolhidos pelos artistas segundo o critério sonoro e olfativo dos mesmos, na criação de uma textura sinestésica do ambiente para potencializar a experiência da construção de uma percepção e uma memória por vibrações complexas do espaço físico e psicológico do passante.
- A Corda:Se inicia na entrada do SESC, descendo a rampa principal em direção ao anfiteatro. Esta, por sua vez, adentra o espaço da obra até o seu final.Esta corda será feita por uma grande variedade de objetos, tais como: roupas usadas e retalhos de tecidos, brinquedos, livros, fios variados, sucatas, panelas, objetos pessoais, correntes, plantas artificiais, sacos de lixo vazio, sacos de compras entre outros badulaques de nosso fabuloso cotidiano.
- O Som:Dois monitores de referência serão dispostos, um na entrada da instalação e outro no final dela, ambos voltados para dentro da passagem.Quatro monitores de referência serão dispostos no meio da passagem, sendo dois voltados para a entrada e os outros dois voltados para a saída.Um microfone será instalado no centro da passagem, suspenso acima da cabeça dos passantes, pelo qual se captará os ruídos ambientes. Estes sons serão reproduzidos pelos monitores de referência, levemente alterados por equipamentos eletroacústicos.Previamente, criar-se-á trilhas de escuta sob(re) platôs sonoros, onde se vislumbrará paisagens musicais e a ilusão contínua de silêncios. Estas gravações da cidade, de corpos, de túneis, de caminhadas, de objetos agindo no universo. Os platôs ou ilhas sonoras, serão tocadas ao acaso durante o ocaso da instalação, gerando um ruído passageiro.Continuidade de rupturas: silêncios, gravações prévias e sons produzidos durante a caminhada, formarão o contexto rítmico-afetivo da passagem. A dança dos timbres nômades pelos tempos e pelo espaço dos corpos, melodia dos elementos.
3x4

FRNZKFK080908
Video instalação para o festival Tsonami composto de dois vídeos de loops dessincronizados que compõem uma videópera quadrafônica.
acorirís
Cyberplundemy Simplexus
dedicado a John Oswald & de Andrades.
processo:
1.After knowing about download all of John Oswald's work available on his websites: http://www.plunderphonics.com & http://www.pfony.com
2.Listen to everything 11 times in 2 days meanwhile reading his statements and interviews.
3.Edit a cyberphony with the plexoristic material added to the "Ode, Os Primaveris Cortes" as background.
4.Gather the imagery from the website and make a label.
5.Listen to the "Simplex" composition acquired in the step [3] 9 times meanwhile reading Oswald de Andrade's "Manifesto Antropofágico".
6.Transwrite it while listening to "Simplex" for at last 5 times.
7.Translate it on Babylon web translator to english.
8.Post it here and on the blog.
9.Write a thanking letter to John Oswald for his works.
Sorrateiros... rota otar tora
ator rato taro
Catiti, Catiti
escarra nesta boca que te beija
Hécate! Iód Rà she in Váu Ri
O nove(IX) é a prova da alegria.
Do filiarcado na Pindaíba.
f? de andrade
em Pompéia Ano 80 do Vômito do cancro.
OCOR com Fagus
imprecindível o uso de fones de ouvido!?
De volta à fila percebemos que o gravador zoom ligado durante todo o procedimento só capturara um som, o de seu próprio corpo. Doze rotações por minuto de seu processador que demora 4’33” para carregar o sistema operacional. A idéia de uma composição eletroacústica esbarra em última instância no campo de escuta da própria eletricidade, que jamais silencia. As agulhas do microfone vibram fazendo tremer o aparelho que o contêm e o organismo que o segura a não mais que metro do chão. Como em nós o nerval do estômago reverbera todo o diafragma, nele os limites da placa gestam um biorritmo de silíncio e solda em frenesi mercurial. We’re not the robots! Só engrena gens. Três goles de água de beber, “Vocês têm um minuto?” e compreendo o valor do hábito feito vício... O burburinho externo invade como rumor, a câmara se reduz a útero e a ilusão tácita reverte-se. Já não nos esforçamos para ouvir algo no vão, mas em calar a própria escuta. Ensaio de sondagem, os corpos dançam as articulações dos sons sob os sons(hipoaudio). Escuta do improviso que somos quando temos de ser-nos, composição dos afetos compositores da regência, performance sem obra e intérprete sem musa.
Vocês: um minuto. Hoje quando o Sol nascia, nos reunimos e passamos o som das analogias ao forma ato di-gital de alta qualidade(aiff96Khz) para o computador de Daniel onde aumentamos o volume das três faixas o máximo possível(de maneira linear) e os pusemos lado a lado no falante direito. Depois os enlerdamos em 333% usando um logaritmo Fourier de alta velocidade em similutede para sobrepôr(no volume original) ao falante esquerdo. A composição eletroacústica fala destas conversões analógico-digitais dialéticas (in patho-logic) sobre a captação do corpo ensimesmado dum gravador qualquer como se pudessemos jurar que as palavras nos ouvissem. O meio não é o sujeito sonoro, mas está sujeito ao som sendo sua estratificação última após a breve passagem pela matéria nos corpos. Exercitamos o devir do foco de escuta através da remixagem das faixas de equalização em dois altermovimentos, si e o outro... Ali onde o som implode em ruído e do vácuo faz nascer o ventinho que atormenta Gilberto. A música enquanto retórica de sons e silêncios põe a musicologia no âmbito de uma gramatologia das durações, e a filosonia como pressuposto básico de uma sonística numa vivência reflexiva das intensidades sonoras por seus próprios métodos. Nova noise, para ouvir o furor elétrico da acústica seria necessário saber-se, com e no outro, em contínuo ocor.
Ou como quando Fagundes quis explicar pra dançarina Julia(sua noiva) e pro filósofo Guilherme do Vale sobre o que passamos, preferiu contar que quando a casa de seu avô queimou e este foi perguntado o que guardou do ocorrido sua única resposta: “O fogo”.
Iemanjá para o Corcovado
Lady MacLaura
haveria de ser síncope, palco
luzes! ... luzes! ... apaguem-se!
estas marcas, mãos minhas...
desfeitas cores das tuzes
do que cresce de mim
vaticínio em morte ancoradas
...
assina a sorte do nome
carregado feito útero seco
depassado
sôcumbe inébria
fílias e pélegas
por quais domínios morfetizada
nossa mascará
hás de morrer velhice
nesta búsqueda de viver
... juventude
fiz, mas só...
...
ai! o que não pude
tu, de entoar rasgou-se ao canto
e emparedaste natura incólume
da dúvida, barro e brio
da tua adega enluarada
viduvial escárnio do crânio do poeta
talha acalanto ádaga
o destino arrematado
lumnescência deste acto
par forma per fídias
incandemnia essentia
logla ero aíí... eón
heroé! deslacionados os prantos
de cada duplo por em mim
estirados marco
pois esticadas rugas
lisuras os meus rasgos
Existe Alguma Possibilidade Est-Ética que Não Acene ao Totalitarismo?


performance de Daniel Fagundes da qual participamos
...e a ética se mostra como possibilidade apenas ao acontecer do encontroutro! a ética habita o nada-abissal entre /eu/ e /tu/.
Na vitrinasca soutita sublimne corpo palavra nã á verá ponha seu ego sobe mim a que melhor vistam meus sensos chama quadra em nonas vou que és vagem quando devoro teus suores e nomeio teus poros pêlo amor lua cheia, lusca fusa nu há e cru à senda vertigem dos passos: em nós foz do trêmulo não tratariam retrovisores por espelhos os fractos de kaleido escorressem aos seios sob os pés cos ossos como peito aberto e pernas torturas de joelhos arteados e labirintos arcados no toque



















