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WhyFi Ri Zone

Open up your connectivities sources the same way the prostitutes open their smiles when we massage them, share your links with the unsattelites for the best dishes are eaten together. Our only fidelity is to questioning. Intuitive precision haunting high and low, a transfi of the nervous systematics. We shall break the gaps between teleology and telepathy throughout the telematic. We want bluetooth red light districts. We do not want avatarized virtual sex, but enbodied ritual sex itself. Everything communicates to our pours, we throw a bone in the unknown aer and it speaks to us as the zone moves in the stalker. And opened to our own subtlety, we shall be a laugh feeld of netidleness and netflirtings.

Idéias Perigosas

Meditação Sobre um Abraço Mundial




gravação da casa esvaziada na tarde de 31.01.2009




órbita órfica para o dispositivo experiência

algo sob o cais

partilho

clareira metálica para a voz de Gabriel Rath Kolyniak na casa das rosas no aniversário da cidade de São Paulo, 25.01.2009 às 17horas...


ilustrações de Isadora Ferraz

Radiodance Opus.1:"Y do B?"

Radiodance Opus.01:"Y Do B?" parte da voz em si, da presença do verbo e da dança dos campos eletromagnéticos para compor um programa corporal de flexão sinestésica dos limites do corpo, suas escutas e seus gestos. Na inversão metafísica dos corpos (body=ydob), a representação dos choques da fisicalidade que gestam os sons, surge uma questão simples: por que insistimos na feitura do ser? Por que ainda acreditamos na atuação artística mesmo quando esta já não possui nenhuma potência de atualização do mundo? Pede-se ao ouvinte que preste máxima atenção ao seu corpo durante a audição e dance.

Vozes auditas e inauditas:
Veridiana Zurita, Julia Rocha, Daniel Fagundes, Daniela Dini, Gabriel Kolyniak, Guilherme do Vale, Chico Science, Frank Zappa, Key Sawao, Ricardo Iazzetta, Vivian Caccuri, Katherine Strandberg, entre outras.

A Corda Quetzacoatl

Uma instalação interventiva para uma poética-ecológica menor.

(...) descer um pouco mais alto como fazem as corujas.

PARA a Transformação do espaço
& preparação do INDIVÍDUO COMO corpo público

                Uma passagem. É a passagem quem (em(caminha... Na passagem, todos caminham Pode ser por um túnel, por uma caverna, um esôfago, uma traquéia cada qual um caminho, cada um uma passagem,ninguém escapa Todos por seus caminhos. Obscuridão, transpassagem só revelada ao vê-la oculta –

A imersão do público num espaço de transição psico-física, da esfera cotidiana para o rito do espetáculo, da heteronomia das referências objetais para iniciar um “processo” de captação/atenção. A criação de um programa-e-squizo (as geografias de passagem, as medidas infinitas dos tópos, o bicho-geográfico, atingir o nervo rizomático) – meditação para a contemplação ativa, impermanência
(...)
No final, ao cessar da corda,
nós, o público,
entramos no teatro.

Sem ligação alguma, enquanto multidão outra vez

DESCRIÇÃO TÉCNICA DA INSTALAÇÃO & DO PROCESSO DE MONTAGEM

  • Quetzalcoatl:Uma passagem no saguão de entrada do anfiteatro do Sesc Pompéia que ocupe sua lateral direita, oposta a entrada dos banheiros, onde se cria um espaço de imersão na escuridão.A da estrutura de passagem será composta por lona, na extensão de XX metros no comprimento do saguão do anfiteatro, coberta por tecidos e pinturas a serem estipuladas e executadas pelos artistas.Plantas em geral (vasos de plantas, artificiais e naturais) dispostas ao longo da . Haverá a mesma disposição destas plantas no interior da passagem.O chão é composto por materiais escolhidos pelos artistas segundo o critério sonoro e olfativo dos mesmos, na criação de uma textura sinestésica do ambiente para potencializar a experiência da construção de uma percepção e uma memória por vibrações complexas do espaço físico e psicológico do passante.
  • A Corda:Se inicia na entrada do SESC, descendo a rampa principal em direção ao anfiteatro. Esta, por sua vez, adentra o espaço da obra até o seu final.Esta corda será feita por uma grande variedade de objetos, tais como: roupas usadas e retalhos de tecidos, brinquedos, livros, fios variados, sucatas, panelas, objetos pessoais, correntes, plantas artificiais, sacos de lixo vazio, sacos de compras entre outros badulaques de nosso fabuloso cotidiano.
  • O Som:Dois monitores de referência serão dispostos, um na entrada da instalação e outro no final dela, ambos voltados para dentro da passagem.Quatro monitores de referência serão dispostos no meio da passagem, sendo dois voltados para a entrada e os outros dois voltados para a saída.Um microfone será instalado no centro da passagem, suspenso acima da cabeça dos passantes, pelo qual se captará os ruídos ambientes. Estes sons serão reproduzidos pelos monitores de referência, levemente alterados por equipamentos eletroacústicos.Previamente, criar-se-á trilhas de escuta sob(re) platôs sonoros, onde se vislumbrará paisagens musicais e a ilusão contínua de silêncios. Estas gravações da cidade, de corpos, de túneis, de caminhadas, de objetos agindo no universo. Os platôs ou ilhas sonoras, serão tocadas ao acaso durante o ocaso da instalação, gerando um ruído passageiro.Continuidade de rupturas: silêncios, gravações prévias e sons produzidos durante a caminhada, formarão o contexto rítmico-afetivo da passagem. A dança dos timbres nômades pelos tempos e pelo espaço dos corpos, melodia dos elementos.

Ruidocracia

É sempre bom ver um neologismo seu se proliferar
ruidocracia
{estudo para o arcano XIII}
[1+12=13]Dentro da democracia dos signos não há espaço possível para o ruído, relegado à mera função de interferência ou adorno no paisagismo. Com isto sacrifica-se à margem qualquer possibilidade de sondagem profunda do ruir em si mesmo quando parte-se da linguagem.
[2+11=13]O signo do ruído é o cerne da tecnicologia dos dois extremos controles do demo(massa) aurais: No religar semiótico, permite aos ciclopes a contemplação da própria morte(XIII) ao mesmo tempo que os atira na surdez das iterações(progressões de redundâncias timbrísticas), eterno retorno da escala ao paraíso perdido da harmonia subjetiva(Ninguém me acertou). Já nas políticas simbólicas, gera os limiares das interações materiais dos objetos sonoros seja pela imanência heurística que transmuta o ruído novamente em sonema, como pela homeostasia dos sistemas musicais que imprime o foco tonal à redundância sonora de acordo com as dinâmicas entrópicas da rede.
[3+10=13]Podemos então falar de um ciclo de três modos de escuta do ruído dentro à natureza composicional, assim como podemos pensar um sentido como ruído(impregnação) do outro. Mas ainda, o multimídia quer estar em todas as modas ao mesmo tempo, para as dest'ruir.
[4+9=13]Ruído científico-profano: O ruído organizado como se observa no ícone matemático do ruido branco(white noise). O empalidecimento dos matizes cromáticos do barulho
gerado na síntese log arrítmica compõe a síntese dum espectro afetivo-racional. Os cães, como a estrela Sirius de Stockhausen vêem em preto e branco e ouvem melhor a síntese granular das altas freqüências que a pulsação esféride.
[5+8=13]Ruído sagrado: O índice dos silêncios potenciais, as paisagens sonoras em suas implosões de cores e sutileza de matizes. O templo é sagrado porque não está à venda para culto algum, o tempo é sagrado porque não pode ser cartografado. Color noises. João Jaula, procurando silêncios encontrou ruídos, buscando morangos achou cogumelos, buscando o tempo se deparou com a dança e a performance.
[6+7=13]Ruído comercial-laico: O barulho é o produto cultural ideal, pois não distingue a produtores e consumidores, mantém o trabalho da escuta no nível prototípico da soação sem perder nada da geometria tipológica da música. O que não é barulho brilhante no mercado cultural se restringe a interferência sistêmica(metaruído), mas sempre haverá um nicho de consumidores ávidos por turbilhões e é do mote fordista any color you lik
e as long as it's black que os sabbaths encontram seu caminho no seio da indústria da rebeldia. Black noise. Xenakis, o arquiteto busca ver com os sons pelo resto de sua vida o brilho da granada que lhe tomou um olho e um ouvido. A estocástica como religiosidade científica do ruído, a composição concreta dos desertos em rolos de memória. É noise na fita!
[0+13+0=13]O ideal de um mundo sem ruído político é alcançado pelo entranhamento de dois modos de conduta sonora: Uma codificação quântica em velocidades sempre acelerantes que prende os ouvidos pelas cadeias de Markov a uma certa faixa repertorial(as óperas de surdos-mudos da Cia. Invisível de Teatro Alchemico), ao mesmo tempo que uma exclusão pela inclusão como a observada no maximalismo academicista do fim de século. Este, pelo cálculo de todos os afetos musicais se nega a sentir as escutas que produzem seus sons(dir
eito autoral / dever atuante); se assemelhando assim com a irreversível entropia dos mercados de pasteurização fonográfica, que por excesso de redundância passaram a ser não mais que barulho para muitos.
[13+1=14]Laranja Eletrônica, os sonhos tangerinas dos rappers hackers acionistas de Beethoven nos templos do mantra de baixa tecnologia cruzam Dylan escarrando num intonarrumori: "Em direção ao abismo metálico entre os transistores e as cordas das guitarras... o ruído branco encontrará enfim o blues dos negros, as musascagam minérios em nós da névoa roxa antevista pelo terceiro ouvido de Hendrix ao roxo profundo das cabeças de máquinas... Nobody's gonna beat my car / It's gonna break the speed of sound / Oooh it's a killing machine / It's got everything."
[13+2=15]Sketch's Kitsch! A música como a melodia é em tempos de ostentação ruidística sempre meramente esboçada: ou sublimada pelo escárnio ou r
emixada pela obsolescência programada. Vês as rédeas que os produtores colocaram nas bandas pelas próprias bandas de freqüência? No futuro toda canção terá seus 15 segundos de barulho.
[13+3=16]O kitsch trabalha sempre sobre a ânsia de "querer parecer vanguarda" lembra Abraham Moles. O processo de sedução dupla da canção pop(por expansão novideira pseudocientífica e tradicionalismo hedonista pseudoreligioso) submergirá os famosos três acordes em camadas de atmosferas sonoras e hipnoses subliminares, do mesmo modo que engoliu a música geométrica pela ideologia significante(os violinos ao fundo do rap) e o transe mitológico pelo folclore(a onda de acústicos e a percussão maquínica).
[13+4=17]Pagu disse para Oswald: "A industrialização é, pois, por natureza, um desenvolvimento maternalístico". Quando toda a arte se sujeita ao desígnio do evolucionismo adaptativo dos modos de escuta estética o desáine se apresenta como padrão
de conduta ética do artista, que é reduzido a projetista de sensibilidades através de impulsos semânticos na vida pública privada. Aí, resta ao ruir artear.
[13+5=18]Canção, praça pública da música. Se podemos falar de democracia nos âmbitos do som seria, em termos tonais, o de uma arbitrariedade consentida de relações intervalares. Há caminhos sonoros que todos percorrem, há os cumes e cimos. Do metal ao doom há um duplo movimento de criação de uma micropolítica estética própria, ao mesmo tempo uma guturalização animalesca das macroestruturas industriais da forma-banda e uma complexificação das microestruturas digitais que almeja uma comedida máscara de desregramento. A corrupção se miniaturiza e toma entornos de uma opção estética, lógica da preferência tribal. Dietas das escalas pantone de ruído.
[13+6=19]A escultura ruidística como estilística do drone já tomou até mesmo as salas de dança com o Umwelt(Maguy Marin) mas ainda se mantém como linguagem de
resistência criativa à cultura capital nos undergrounds de todo o mundo. Merzbow pode bem ser colocado como o legado de Steve Reich e também como membro de uma guerrilha postgrindgore crystalpunk. Isto se dá porque o drone enquanto arquitetura fluida é a escolha pela especialização nas massas bonitas e sublime(imperativo estético legal kantiano), onde a formação sobrepassa a informação pela sua completa aceitação.
[13+7=20]O modelo dos carros muda, o som dos motores continua o mesmo. Enquanto você não parar seu carro não fale do meu drone, enquanto seu carburador queimar ossos não reclame de meu cigarro. Eis o ruído como nuvem de proteção radioativa, escudo eletromagnético da escuta nômade contra quaisquer arapucas de estilos. Bruito o retorno pós-apocalíptico à natureza da acusfera ionizada pelos impérios radiantes. Pitágoras a Orfeu no túmulo de Hermes: "Inaudivelmente alto, enternamente durante, longe alcançando", quando abre os olhos para ouvir a resposta vê Orfeu se afastando no horizonte cantando.
[13+8=21] Ao ruído nem som nem música resistem. À cibernética, rede
de volantes de volantes de redes de poderes, o carro serve de catedral barroca hipermoderna. Gonzalez me disse na lojinha de souvenirs da capela de ossos: "O modo diabólico está para o pós-moderno como a imagem do cristo para os barrocos". Na democracia dos signos, o ruído(e isto pode incluir tudo que soe de acordo com o desejo de escuta) é relegado ao âmbito de loucura, fazendo da própria escuta uma doença por envenamento(pharmakón).
[13+9=22] Devemos compreender que o registro direto do som é um fato novo na história do homem (a que os teosofistas nomeavam prisma das cores pela luz): data de pouco mais de meio século. Pensemos também no desenvolvimento dos processos audiovisuais(a harmonia sinestésica). Na época da reprodução da obra de arte(XV), torna-se obsoleta a idéia da arte desfrutada enquanto objeto raro e aparece a idéia da arte como contágio semiótico(Burroughs) A própria idéia da arte(III) é posta em questão. O que observamos em no
sso tempo é a explosão da informação sonora. A fartura(e miséria) do nosso tempo(ruídos inclusive) aumenta na medida mesma em que se difunde pela coletividade. A massa consome signos sonoros em massa. O modo tradicional de ouvir e compreender a música constitui uma pré-ordenação arcaica, com seus significados esclerosados, que não podem ser impostos ao grande público, pois a este o mundo industrial fornece tantos e tais meios de acesso e consumo do mundo sonoro, que ele próprio vai desenvolvendo sua capacidade de seleção e inteligibilidade. O que era qualidade se transforma em quantidade e é preciso encontrar os signos correspondentes a esta, para sua efetiva comunicação. O mundo das coisas vai-se dissolvendo e cedendo lugar ao mundo dos signos e da comunicação vital e vivencial. O mundo das coisas é feito de posse privada, o mundo dos signos, para a comunicação e a cultura pravida. Os objetos industriais(incluindo sua música), hoje, participam também da natureza da lingu
agem. O caos da informação sonora que nos aturde está a exigir uma ordem (não-definitiva - mas probabilística e mutável). Ordenar é selecionar e codificar. Codificar é transformar em signos - significar, tornar inteligível. Portanto, é comunicar. Aos trabalhadores do ruído, resta trabalhar dentro dos meios de comunicação de massa até que o sistema se transforme e seja absorvido. E ruir como imanência, ser o barulho de si mesmo no corpo coletivo. Love is noise! Zumbi indo!

Cassandra

opereta sobre texto e voz "Domínios do Demasiado" de Fabi Borges

Face Sonora e Maquiagem Musical

BASE
Que minhas palavras não me maquiem como os belos e grandes automóveis fazem com o tráfego.
Um texto maquia um verso, a memória maquia o devir, a música maquia o som. A pele é o mais profundo abismo sobre o qual lançaríamos os dados de nossas pontes semiônticas. Alô base, responda!
Uma face é um rosto sem rosto.
A interface é o ruído entendido em seu silêncio, assim como a maquiagem é senão uma sujeira aceitável.
Um rosto e seus traços de rostidade (um estilo musical e os movimentos ecléticos que o atravessam) são resistências de um ego social no corpo (através da tensão muscular e tátil), que tornam seus segmentos controlados (ocular e oral) em palcos da auto representação política ao impedirem a fluência dos livres movimento das correntes energéticas dos modos desencouraçados da face (aural e olfativo). Uma desterritorialização do corpo implica uma reterritorializacão no rosto.
Há uma sobrecodificação (metaprogramação neuroimagética) pela hegemonia do utilitarismo da face e do som (iconoclastia hedonista musical, hierarquia das alturas melódicas, narcisismo semântico dos dados impuros). Tal máquina de rostidade (produção social da musicalização e do rosto), efetua uma rostificação de todo o corpo (uma musicalização de toda a escuta), de seus entornos (you are your playlist) e de suas funções. Se o rosto produzido socialmente é uma política, desfazer o rosto também será uma política (se a música produzida socialmente é uma economia, desfazer tal música também será um produto de mercado).
Mas eu hei de maquiar estas palavras com as faces mortas dos ídolos, como se cada nome puxasse nós e os nervos capilares do ouvido mais próximos à garganta.
A síntese granular da música eletroacústica se baseia no delírio quântico atômico, erotismo de areia, filé à milanesa, devir rapé da escuta. Do pó ao só, do grão ao drão, do um ao bum. Cheira o cangote da pessoa ao teu lado. É cheiro de gente ou um casamento químico?
Cada torno da roda das modas, ou as giras das ninfas, por exemplo de Eco a Calypso, são sinos tocando contas de vidro.
Baudrillard fala de três estupros pro nascimento do humano: trabalho, consciência da morte, repressão sexual. O epicentro da artificialidade se põe entre nosso desejo contínuo pela objetificação de nossas subjetividades, Genet come margaridas antes de vender seu corpo de novo, carrega as mortalhas de seus afetos em nome de uma autopoiése mais. Eros ergo Muse.
A prostituição por si só permitiu o enfeite, salientando o valor erótico do humano feito objeto e serviço. Um tal enfeite é, em princípio, contrário ao movimento de negação do enlace sedutivo da mulher que se nega para gerar a caça ao objeto de si por parte do homem. A prostituição de umas determina o esquivar-se de outras...formas de uso do rosto. No princípio a prostituição era só uma outra face do casamento, chamar-se-ia dom ou dote.
Não é de se espantar que os mais antigos traços de civilização sejam a maquiagem funerária e a prostituição. O que se maquila num rosto, mesmo vivo, é seu inevitável cadáver e são os vermes que gostaríamos de realmente seduzir com a mais descarada nudez das vestes.
A estratégia camaleônica de Bowie, em sua dança pelas ondas tendenciais dos nichos da moda, o campo hipermoderno da escuta eclética, tem uma objetificação direta no entrincheiramento urbano do autismo. O rádio(e seus ipods provenientes) é uma tecnologia de guerra assim como a maquiagem rajada alternou do verde vietcongue para o cáqui jogador de golf iraquiano. Mudança similar da do fim da guerra fria, e a mudança do paradigma dos espiões para o dos terroristas, de Mata Hari a Wafa al-Bas. Quando o terrorist-chic virará tendência em Paris? O soldado está para a santa em pedaços no passo do gato como o filósofo para a puta sem clientes.
Banhos de sêmem no topo das pirâmides, já romanas. Quem lamberá as feridas de Orlan? Quem juntará os cacos de Hans Bellmer, Cindy Sherman? É por rosto mercurial, tronco salgado e barbatanas sulfúricas que o canto das sirenes atravessa as eras e as bocadas. É uma emergência, o toque à pele. São memórias futuras calcinando em teus poros as cores que nem teus olhos puderam compreender, algumas fodem e procriam em tua língua, algumas outas, compreensões de cicatrizes. Súbita efêmera sensação da realização da essência do fogo: Epifania.
CORAÇÃO
Tudo que tiveste imensa vontade de dizer e não pudeste expressar em palavras, depois o mostrará tua face.
Elke Maravilha, nada em nuvens de sombras coloridas e constela os céus de luz fria com estrelas de rímel. Pousa na beira de estrada caiada e canta para Novalis que gira a bolcinha com Burroughs... Cantos texturados de mútua sedução compõem a carta que ele tem em mãos, manchada como seus olhos. Fala de um Ulysses que não florecerá, homem de esperas e partidas. Choro de ninfa puta “Eles nunca ficam, eles não compreendem... e vão.”. Mas sempre um sorriso tremulando a espinha avisa a face a desenhar-se novamente ao coro do corpo.
Visage! Berio desnuda Cathy Barberian apenas para vestir suas cordas vocais com seus cálculos, lembrá-la da Enlil animal peludo. Lembremos que Poser é um software de avatares. Assim como o teatro se torna a pátria nula das máscaras de transparências após Godot. E perto destes cantos, Peter Grimmes é pouco mais que Pinóquio, corpo de madeira em cordas... E jamais nos esqueçamos que a própria forma vitruviana do corpo carrega em si sentimentos dos mais profundos, Casanova nos gestos mais sutis de desespero apaixonado ao maquiar as sombrancelhas da amada criatura apenas para poder desenhar-lhe olhos. Criamos uma música para que alguém ouça não apenas a nós, mas como nós.
Desde o pierrô lunar, títere maquilado dos influxos do íntimo até os arlequins solares do glam; é movida a sangue de purpurina e gasolina, a vaidade dos Golem.
No frenesi de maquiar cada encontro imediato no enredamento útil do netflerting, faríamos da alteridade não mas que um espelho de youtube.
Como vocês cozinhariam em um caldeirão de cera, se quando aquecido este também se põe a derreter? E ainda, como haveriam de pintá-lo?
Fez questão de deixar os lábios borrados depois do beijo, dormiria na cozinha suja e queria a nudez plena do descaso de si em mim. No dia seguinte de rosto lavado houvera de recitar Hilda Hilst em inglês enquanto cambaleava pela Liberdade.
SOMBRA
Se a não fossem de fluxos em decantações os corpos e a técnica hefaística quisesse de fato criar a perfeita prisão para as musas, o museu, haveria de mister dispô-lo entre um salão de belezas e uma academia de gimnopédias com mobília musical, como que ria Satie. Todo erigido em carbono, para facilitar a datação de nossas vaidades e luxúrias.
Olhava dentro de meus olhos e ouvia o tremular enquanto dormiu. Algo não foi compartilhado. Some storms are better without shelter. A cor da flor não escorre à chuva.
Ainda haverá um MAT, museu do aroma e do toque. Flores de plástico com borrifadores de aromas sintéticos criarão os âmbitos de nostalgia de certas intoxicações, do chocolate às caixas envernizadas. O hall das fezes históricas, de Beuys a Wharol. Estudiosos farão teses sobre a consistência e o aroma destas baseados nos hábitos declarados e nas imagens de arquivo. Em algum canto talvez haja uma pele para quando já não nos lembrarmos do encontro incondicional.
Beijou meus cílios e apertando a palma da mão contra meu peito, riu alto: mulher! Borrando o seu batom respondi enquanto tocava sua buceta: androgênio...
Se o artista aponta os problemas sociais é só para saber-se também a maquiagem destes. A simpatia da comcunbina para com o eunuco. Nas palavras de Cazuza: “Eu sou burguês, mas sou artista.” Aí vocês suspiram que gostaram ou não da obra e eu pergunto sobra as suas enquanto me retoco para o próximo concerto.
BLUSH
A rostidade está inscrita na linguagem como os estilos musicais inscrevem fronteiras à escuta. Ser babyface implicará a capacidade de representar o papel de barbie-modelo-amante subdominante ouvindo powerpop de girlsbands e emo, talkingface dará conta de uma pessoa crível que poderá jogar como o político-vendedor-informante ouvindo jazz fusion classic rock; scarface nos faz voltar aos guetos e aos submundos mafiosos da vida lôca do lado de lá da ponte do gangsta rap bolero spirituals; fuckingface tem sua tradução direta ao português assim como o pancadão revirou electrochic parisiense. Obra de arte sob ar condicionado e a sexualidade maniqueísta(e aqui cito o gnóstico Manis). Como pode a diferença, ou ainda os trânsitos de sexualidade, fazerem alguma diferenciação ou gestar um transe?
Vocês! Todos vocês se despuzeram a sair de casa e vir ao museu e se prostam com interesse diante nossos sons, mas quantos estariam interessados em nossos aromas e secreções?
Uma das revistas de maior tiragem no Brasil (Caras) segue neste mesmo sentido, um paradigma de rostidade careta indicando sempre os shows de MPB mais badalados e chics. Multiplicação da presença das caras e do rosto em lugares públicos pela propaganda hiperindustrialmodernista (assim como a multiplicação ad infinituum das músicas de fundo). De um lado os visíveis (e audíveis): os novos nobres, os conhecidos VIPs que tem acesso à tela e sobrepassam as fronteiras do jabá e do networking; do outro: os desconhecidos (os olvidados das museas), os ignorados pelos lobbys da imagem e do som. Nos âmbitos artísticos (casta estética) vivemos uma rostidade mais discreta, ainda que não menos influenciada pela maquinaria sociotécnica que atravessa mercantilmente a sociedade (fetichização do entreface), buscando impôr a expressividade codificada (enredamento das impregnações dos modos de escuta e soagem).
Imaginem a crise de aprendizagem do político que logo depois de ser maquiado em sua fisionomia, estudado e treinado durante horas em sua linguagem e em seu discurso, em seu sorriso e em seus gestos, recebe como último conselho de seu assessor de imagem e voz, um momento antes ir ao ar: “Bom agora, por favor, seja completamente natural e espontâneo”.

assolar


"Desolar é pior do que aniquilar, assolar é mais radical do que destruir."
Emmanuel Carneiro Leão no Avesso da Máquina

com Fagus no violão e trompete...

FRNZKFK080908

Video instalação para o festival Tsonami composto de dois vídeos de loops dessincronizados que compõem uma videópera quadrafônica.

OCOR com Fagus


imprecindível o uso de fones de ouvido!?
"Queremos o silêncio que insiste que berremos nossas escutas"
Atravessamos a oca com a sensação de que o mesmo movimento que refez a acústica pau-a-pique no baldaquino modernista houvera de implodir o samba no seio de sua estrutura ausente, ritmosmose legada a uma caixa de fósforos que não serão acesos por ausência de fricção. O Sol se punha no dia 05 de Agosto de 2008 quando já não o víamos, mas o ouvíamos, no cerne do museu à fila para o cubo anecóico. Não tenho nada a traduzir e estou criando.
“Vocês têm um minuto” Disse a psicopompa dos corpos enfileirados para o salto no vazio... Com o sub-bufo da dupla porta cerrando o ar caiu. Regência da acusfera, subjetividade suspensa sobre o silêncio. A diletância atirando os corpos de volta às c’almas como coleção de empiremas, partituras de mantras, série tácita dos aurais, fractais harmônicos dos limites n’aguçadez aguda e grave gravidade. Despressurizados os tímpanos, a mandíbula mastiga os nervos da fronte que fazem torcer todos os desenhos dos tendões, as linhas finas se quebram no halo da auréola, reetabelecendo pela implosão a densidade da escuta à sala. Às retinas e às unhas vão as proteínas do açaí. De onde os ventos que movem a copa dos cabelos? Por onde os ossos obedecem os músculos e estes à carne? Como mantivemos tudo a pulsar até hoje? Pela língua?!
De volta à fila percebemos que o gravador zoom ligado durante todo o procedimento só capturara um som, o de seu próprio corpo. Doze rotações por minuto de seu processador que demora 4’33” para carregar o sistema operacional. A idéia de uma composição eletroacústica esbarra em última instância no campo de escuta da própria eletricidade, que jamais silencia. As agulhas do microfone vibram fazendo tremer o aparelho que o contêm e o organismo que o segura a não mais que metro do chão. Como em nós o nerval do estômago reverbera todo o diafragma, nele os limites da placa gestam um biorritmo de silíncio e solda em frenesi mercurial. We’re not the robots! Só engrena gens. Três goles de água de beber, “Vocês têm um minuto?” e compreendo o valor do hábito feito vício... O burburinho externo invade como rumor, a câmara se reduz a útero e a ilusão tácita reverte-se. Já não nos esforçamos para ouvir algo no vão, mas em calar a própria escuta. Ensaio de sondagem, os corpos dançam as articulações dos sons sob os sons(hipoaudio). Escuta do improviso que somos quando temos de ser-nos, composição dos afetos compositores da regência, performance sem obra e intérprete sem musa.
Vocês: um minuto. Hoje quando o Sol nascia, nos reunimos e passamos o som das analogias ao forma ato di-gital de alta qualidade(aiff96Khz) para o computador de Daniel onde aumentamos o volume das três faixas o máximo possível(de maneira linear) e os pusemos lado a lado no falante direito. Depois os enlerdamos em 333% usando um logaritmo Fourier de alta velocidade em similutede para sobrepôr(no volume original) ao falante esquerdo. A composição eletroacústica fala destas conversões analógico-digitais dialéticas (in patho-logic) sobre a captação do corpo ensimesmado dum gravador qualquer como se pudessemos jurar que as palavras nos ouvissem. O meio não é o sujeito sonoro, mas está sujeito ao som sendo sua estratificação última após a breve passagem pela matéria nos corpos. Exercitamos o devir do foco de escuta através da remixagem das faixas de equalização em dois altermovimentos, si e o outro... Ali onde o som implode em ruído e do vácuo faz nascer o ventinho que atormenta Gilberto. A música enquanto retórica de sons e silêncios põe a musicologia no âmbito de uma gramatologia das durações, e a filosonia como pressuposto básico de uma sonística numa vivência reflexiva das intensidades sonoras por seus próprios métodos. Nova noise, para ouvir o furor elétrico da acústica seria necessário saber-se, com e no outro, em contínuo ocor.
Ou como quando Fagundes quis explicar pra dançarina Julia(sua noiva) e pro filósofo Guilherme do Vale sobre o que passamos, preferiu contar que quando a casa de seu avô queimou e este foi perguntado o que guardou do ocorrido sua única resposta: “O fogo”.
"Que não seja eterno porto que é chama, mas enfim nito em quanto lhures"

Setlembro


)>Céu em Septembr8))} - 13'12"


}>{Panarquitextura da Interdependência[ - 8'55"


A Zona {ou Bosch sobre o Jardim} - 5'36"

sublimatio nas caldeiras


na alc
ôva gesta-se fumaça e fuma-se

que é varrida até a chaminé da caldeira energética

fotos por http://www.youtube.com/ultrahaar e http://www.flickr.com/photos/tatoguion

ID e Entidade


Trabalho selecionado para o Festival Dança em Foco com a trilha sonora "Entidade"realizada para o Grupo Oito de Berlim.

clique aqui e participe

{Primeiro Movimento - Largo para ser lido em 12 minutos}
(onde lê-se o poema do poeta)


já!
na if
a via
pós se
bíles
ties

sê e se e se e se e se e se e se e ou

a rás abre os poros digitais
mas é alho o cheiro que perdura em minhas mãos

{Segundo Movimento - Andante para ser lido em 6 minutos}
(onde o poema se desdobra noutro pelo filósofo como resposta ao amigo poeta distante)


do espelho vazado
que impregnou feito filtro
do que não nos pertence
mas nos é?
de posse e dom
a net uno
cem tau
qual a overmundose poética?
heraclítica eclipséptica
é geo ambífiuo calcanhar

{Terceiro Movimento - Furioso para ser lido em 2 minutos}
(onde o crítico(baltasar graciano) faz a hexegese de ambos os textos verso a verso e mata o poema do poeta como já temia o aforismo do filósofo)


Desde o nome do poema("Sê.") pode-se compreender que a escrita do poeta se dá numa fragmentação típica do simbolismo pós parnasiano, numa citação direta a Fillepo de Éfeso "Sê tu o camartelo de teu bruito" em conexão pop com a obra minimalista de Veloso.
Já no primeiro verso interjectivo vê-se a conectividade hipermidiática do pós (des)estruturalismo. "Sê.Já!" poderia muito bem caber como uma transcriação típica do concretismo do "Da.Sein!" fenomenológico.
No segundo verso podemos vislumbrar a variação linguística típica de autores pós-globais(vide a arquitetura de Buckminster Füller e a pintura de Paul Laffoley) ao mesmo tempo que a feminização da conjunção interrogativa(se=if) emprostadas como o princípio imediato(já) de inocência e ingenuidade(naïf).
Havia a via, ou "no meio da pedra tinha um caminho" como deixou claro o músico e o performer na sua opereta andante "Parang Olé para A CosmoPedra". Não nos esqueçamos que neste momento biográfico da poesia, o poeta estava em chamas exposto à ágora.
No quarto e quinto verso o poema dilata e toma uma densidade dimensional mais fulgurante: se na instantaneidade somos naïf haveria um caminho para além do se na ilusão de possuir-se algo que não às próprias vísceras?
"Ties" clarifica os elos entre duas línguas numa mesma linguagem novamente, amarra gravatas com bíles, as possibilidades todas de uma leitura de existir(Pós-se-bíles-ties).
A conclusão do ego cogitant(sei) leva à escadaria mallarmeana onde a existência jorra(seio) à escolha contínua na problemática mística da cibernética que joga ao abismo a dramóia elizabetana, ser ou... Ou é preciso que o poeta retorne ao seu cotidiano com doçura e perceba que a limpeza de seu lar rasgou-lhe a pele mas o que impregna nos odores são os sabores do que o alimentou.

Já na primeira pergunta feita pelo filósofo podemos perceber um apelo semiótico e psicológico ao poema, através da temática arcadiana do espelho vazado pelo filtro de pixels, de forma a questionar o que se lê do autor de fato e o que nele pomos(vide vaidade em Pascal e Mathias Aires para mais neste assunto).
Deste tocante não poderíamos esperar outro desenvolvimento que não fosse a retomada das raízes do pensamento poético, na figura ambígua do corte ao calcanhar, as asas herméticas e o cochear edípico. A bota é o próprio caminho de Grécia a Roma, de Posseidon(marcho protetor) a Netuno(oceuanus estuprador). Caminho severo dos deuses à praça púbica.
É inegável que o filósofo tenha usado tais imagens de modo a focar "a via naïf" como o próprio cerne de todo clacissismo(luta de classes). Isto é ainda mais óbvio com a citação explícita do poema Ecliplepsepsética da grande Heraclítores de Lesbos:

falo o que te escuto, Adonis
não merecerias outra morte que não o punhal
safo há de queimar-me
e será ódio todos os nossos amores

a mão que excita é a mesmo que te crava
a boca que larga a mesma que te cita
por isto sorri e ri arcadas convulsionadas
destas ancoradas espaldas

...

Perdeu-se o resto do poema desta pensadora da linha mais antiga das pitonisas gnósticas, linha da sabedoria nem ocidental nem oriental que religa a Abraã, Moiséa(ou Musea), Madalena, Teresa(vide Simon Magus) até chegar em Krishva(a amante abandonada de Sidartha que obteve sua iluminação através da criação da masturbação tântrica). Isto traz à tona a impossibilidade de identificação com qualquer pressuposto quenão a androgenia, mesmo no tocante à identidade.
Tau é uma letra cabalística que poderia ser traduzida na máxima de Novalis "Atingir o intelecto através dos sentidos"... e sendo em número 100(ou sem ou sê m[masculino mulher]) nos relembra que não há poesia experimental sem uma vida experimental, e que a experiência se põe sempre no limíte de um mundo(modo de via) na sua overdose.

{Quarto Movimento - Presto em Sol Menor}
(onde as com ementas máscaras compuradores do coro comem tais dores)


EXU TRANCA RUA:belíssimo poste!
marco com meu mijo
buceta pau rijo foste
belas imagens, quase fotos
vá lá dá-me teu voto

EXU SETE PORTAS:ano de eleição poesilítica
apodreçamos nos parnasos
que não reste refúgio nem ao virtual

IEMANJÁ:doçura te abandona
por temer os laços de metal
mas é sal a pele suada
e o beijo do cansaço

OXUMARÉ:mariposa,
é preciso que depois de tudo termos conseguido
seja por mérito, esforço ou amor
que atiremos ao fogo

OXALUFÃ:come pipoca pra bíles, zifí!

{Quinto Movimento - Alegro Maestoso em Sol Maior}
(onde os leitores-comentadores de fato criam a obra)
sobre a obra
Uma opereta cibernética. Para a trilha sonora favor ouvir os sons da máquina computadora(sem mp3s ou wavs). É pra ouvir o silêncio do quarto e o computador em funcionamento mesmo...

noaorta


poesia
equilabroada em pena
eis seu palco, mas não há cena
braços atados porversar
voz
a sim ver soou
o fogo de entre a ave
que hordas em bodas ordenharão as musas hoje?
carmassim viscosa morada do puls
lembra de que quando calavas
nem mesmo isso rendia o abraço
de seu pé e tombo
através dos doiros
escopos enfurnaçados
bruma, noite, sete lâmpadas
a lei do mais forte é a força do legislador
uma rima e te deparas com o estrago
que a embriaguês fornece a moreau
se poesia-o é pra ficar calado

anonetune e pianos abandonados


Na área de projetos há duas sessões novas, uma para o concerto "ano net tune" e o primeiro concerto da série "pianos abandonados"... dêem uma ouvida...


Inauguração do Sítio Ribeiro

Este blog agora faz parte do síte <{[(ribeiro)]}>, aproveite sua visita... o site ainda tem algumas partes em construção, por gentileza qualquer comentário ou crítica envie para felipepiresribeiro@yahoo.com.br.


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